Post Page Advertisement [Top]


   Quando éramos bebês começamos a ter acesso a informações através dos nossos 5 sentidos, da emoção e da atenção. Os adultos, para melhor se comunicarem conosco, ensinaram-nos a linguagem - um complexo mundo de sons com significados e conteúdos emocionais.
   Para nos ensinar a linguagem, os adultos precisaram encontrar meios e formas de prender a nossa atenção. Nós só aprendemos quando focamos a nossa atenção em algo. E desta forma os adultos nos ensinaram os nomes das coisas, o próprio nome, como eles são, como nós somos e como o mundo é. Eles nos passaram as suas opiniões sobre tudo e nós, ainda sem discernimento, absorvemos e concordamos.
   Então, você foi essencialmente programado pelas pessoas que existiam no seu mundo, não tinha meio de saber se o que viu ou ouviu era verdade ou mentira, bom ou mau. Você era apenas uma tela em branco a ser colorida pelas experiências vividas em um meio adulto. Quanto mais intensa a experiência, maior o impacto e mais poderosa é a crença e a programação criada.

Você pode se interessar:

   Vemos tudo através dos filtros das nossas crenças e temos uma simulação virtual de como realmente são as coisas, as pessoas, as situações e nós.
   A crença pode ser mudada e otimizada. Para mudar, adequar ou instalar novas crenças depende unicamente da tua aplicação na prática. 
   As crenças são ideias ou entendimento mais profundos frequentemente desarticulados que as pessoas têm sobre si, sobre os outros e seus mundos pessoais que são lugar a pensamentos automáticos específicos.
   As crenças podem ser classificadas em crenças intermediárias, compostas por regras, atitudes e suposições e crenças centrais, ideias absolutistas, rígidas e globais sobre si próprio e o outro.
  As crenças intermediárias apesar de não ser tão simples em serem modificadas quanto os pensamentos automáticos, são mais maleáveis do que as crenças centrais.

Bottom Ad [Post Page]